Para que serve acompanhar o histórico
Uma cotação isolada diz pouco. É o histórico que mostra se o preço de hoje está alto ou baixo em relação às últimas semanas — e é essa comparação que ajuda o produtor a decidir entre vender ou armazenar, travar preço com a cooperativa ou esperar. Esta página guarda um registro diário dos indicadores CEPEA/Esalq exibidos na página de cotações e resume, para cada produto, a variação dos últimos 7 e 30 dias.
Como ler a variação
A variação de 7 dias capta o movimento curto: notícias de safra, clima, câmbio e escalas de abate mexem no preço de uma semana para outra. A variação de 30 dias filtra parte desse ruído e indica a tendência do mês. Antes de concluir que "o preço subiu", vale separar o movimento de mercado da sazonalidade: boi gordo costuma se firmar na entressafra do pasto (meio do ano), milho e soja pressionam na colheita, e café oscila com o ciclo bienal e o risco de geada. Uma alta de 3% em plena colheita conta uma história diferente de uma alta de 3% na entressafra.
Indicador não é preço na sua região
Os valores aqui são indicadores de referência — médias calculadas pelo CEPEA/Esalq em praças específicas (por exemplo, boi gordo em São Paulo e soja no Paraná). O preço efetivamente pago na sua região depende de frete, funrural, prazo de pagamento, qualidade do lote e da negociação com o comprador. Use o histórico para entender a direção do mercado, e a sua cooperativa, corretora ou frigorífico para saber o preço real do dia.